

A câmera não capta apenas uma imagem
A câmera não capta apenas uma imagem — ela revela uma presença. E quando essa presença é atravessada pela autoconfiança, algo único...
21 de set. de 20251 min de leitura




Essa é uma frase bem conhecida na informalidade das observações - "Quem se é na fila do pão?" Eu sou o padeiro, o que faz acontecer. Afinal, sem pão fresco e saboroso, não tem fila.
Brincadeiras a parte, te pergunto: o que nos torna "padeiro" nos pães de nossa vida?
O que tempera quem somos, nos identifica no meio, nos destaca?
São as características que carregamos como parte do que somos.
Eu, particularmente, tenho autoconfiança na medida que preciso, isso me traz tranquilidade para me enxergar como o padeiro da história.
Há características em todos nós. Em destaque, de forma construtiva, pontuo - auto confiança, auto respeito, disciplina, determinação, entre outras. São elas que nos moldam, que definem crenças, que automaticamente definem nossos comportamentos, nossas aceitações e negações, nossa forma de lidar com o mundo.
Essas característica são ajustáveis, o tempo que nos garante maturidade cuida disso com louvor. As experiências pelo decorrer da vida ajustam o necessário. Hoje penso em muitas situações em que perdi mais tempo que ganhei resultado, mas eu precisava passar por aquilo para hoje entender dessa forma. Nada se perde. Tudo soma.
Nossas características são como ferramentas que nos auxiliam em ganhos internos e externos, e muito nos ensinam todo o tempo.
Quando algo não vai bem, é porque alguma precisa de ajuste, talvez esteja acelerada ou lenta demais desajustando o todo, mas é corrigível, sempre será.
O que não podemos é deixar que elas, ou alguma em especial nos tire do gerenciamento necessário, aquele que nos dá equilíbrio.
Há características que não são produtiva, tampouco multiplicadora de resultados sadios, eles desarrumam o tabuleiro da vida, algumas são:
Queixa - Reclamam na maioria das vezes.
Negação - Se colocam não aptas para as oportunidades.
Insegurança - Está sempre pensando o que fazer.
Isso faz parte, é comum, pode haver ao nosso lado, ou dentro de nosso comportamento, mas pode mudar, pode ajustar, remodelar.
Crescer dói. Essa é a frase mais profunda e mais acolhedora que existe.
Sabemos sobre as características que carregamos, e apenas nós podemos sentir o desejo de ajustamento, o poder do apontamento do outro não é o caminho que nos libertará. Pelo contrário, pode tornar ainda pior.
Não existe perfeição, existe melhoramento e a estrada é longa e árdua para quem não quer passar pela vida a passeio.
Se esforce para ser alguém nessa fila do pão, alguém que possa construir algo bom e nutritivo. Há muitos lugares, e há um para cada um de nós.
O que seria uma mulher empoderada?
No sentido figurado da palavra, significa - Que passou a ter o domínio da sua própria vida: mulheres empoderadas e donas das suas próprias vidas.
Mas onde começa esse domínio de fato? Pelo meio que frequentamos? Pelo nível econômico que alcançamos? Pela aparência física que construímos? Pelo assistencialismo que praticamos? Pelas lutas sociais que travamos? Onde?
Ter domínio da própria vida ninguém tem, seja de que gênero for. Temos gerenciamento, não domínio ou pleno controle. Então é mais do que isso, até porque parece muito mais fácil do que é de verdade.
Esse poder está no conhecimento que nutrimos para dentro de nós. E nisso, não destaco esse conhecimento unicamente na direção de aprimorar nosso auto conhecimento, mas naquilo que queremos ter, de fato, poder.
Onde você quer ter poder?
Onde você quer ter autoridade?
Onde sua pessoa será uma diferença?
Ser empoderada não está em ser contra as normas culturais, isso é reconstrução social, o poder está na diferença que se constrói na individualidade que se tem.
Se você observar esse termo acabou sendo destacado em lutas de gênero do que na verdade ele pode alcançar. Criou-se crenças ao empoderamento em que se tornar empoderada precisa ser contra a situações, X ou Y, precisando se manifestar em algumas lutas, quase que diária.
Em outra colocação comum, ser empoderada é "tomar as rédeas da própria vida". Temos as rédeas de nossa vida quando definimos uma profissão, quando escolhemos uma emprego, quando assumimos a maternidade, quando casamos, separamos, saímos da casa dos pais, em muitas situações silenciosas de nossas vidas, nas rotinas desse processo, as rédeas estão em nossas mãos, mas nem sempre sentimos, de fato, nosso poder ou autoridade em algo.
O fluxo da vida não nos dá poder, nem autoridade. Sair desse fluxo de senso comum que nos trará o poder, que construirá nossa autoridade.
Não precisamos estar dentro de um terninho ou ser uma CEO em uma multinacional para termos essa conquista, pois isso não está onde mas como.
Depois disso até se pode ser destacada com honras e reconhecimento, mas não é lá que está a fonte do que nos construirá nessa direção.
Talvez você já tenha essa autoridade e nem saiba. Ou nem acredite que tenha. Talvez algumas pessoas já tenham ate lhe dito algo nessa direção e você, por não acreditar, tenha respondido - "imagina...". Muito mais comum do que você pensa.
Reflita sobre.
Nossas inclinações nos sinalizam muitas das vezes. Aquilo que fazemos de forma mais fácil, de forma mais natural, que nos leva a saber mais, que nos motiva se posicionar, tem grande chance de estar ligado ao nosso poder pessoal, ao que vai, com maior facilidade, nos dar a autoridade necessária de domínio naquela direção.
Descobrir isso, reconhecer isso, manifestar isso, brilhar disso, é nosso desafio, pois empoderar-se precisa acontecer primeiro, para dentro de nós.


No Denise Lopes Estúdio, imagem é construção e presença.
Aqui, desenvolvemos processos que fortalecem identidade visual, autoconfiança e autoestima, utilizando um método próprio que nasceu de vivências e resultados consistentes.
Também oferecemos direção estética e consultoria em branding e rebranding com leveza, clareza e intenção.


O Marca de Dentro é um método de autoconfiança e reconstrução interna voltado para mulheres que desejam recuperar presença, clareza emocional e força pessoal.
Aqui trabalhamos identidade, escolhas e narrativa interna a partir da psicologia e de processos reais de transformação.
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